Molhada de oceano.
Perguntas que saem tortas ao palavrearem-se… presença à distância? Qual é a ressonância entre os corpos? Será que estou usando um referencial real para um encontro virtual?
O encontro acontece mesmo no encontro. E seguimos (des)cobrindo também inventando.
A distância volume/clareza da voz… a distância da minha mão até o papel que a Carol trouxe… entre as falas que dançam… entre o meu tamanho/imagem e a sala c.e.m… as pernas da Sofia… o pouso no olhar com o Nico… a Suzana, a Vale… Andrea te vi te vi posso posso sinto sempre… Guida queria te mostrar esse casaco de tricô que foi a minha avó que fez há 60 anos atrás… Bernardo, muito prazer… Luz é tu!
Será que posso ficar (“eu-computador”) ali do ladinho das pessoas? Pra sentir o calor?Kkkk
Queria nos ver/sentir mais um pouco… pra nada mesmo. Podemos fazer uma teletransferência só para ficarmos juntos? (Tô me distraindo demais com o texto da Suely hhahahaha… o que importa mesmo?)
É corpo. Rsrs. Saudades (?)
e até parece que um pedaço de mim saiu da sala com vocês seguindo a programação do Pedras enquanto também fiquei aqui dando voltas na cozinha. Quase me teletransportei! Kkkkk. Para além dos “Jetsons” dos desenhos animados! Rs. E então sinto o descompasso/compasso… e o quanto que o Pedras aconteceu forte aqui.

(…)

Acho que to comovida Luz é lindo isso que você falou… a transmissão da internet foi rápida. Me comovo tipo o coração da casa de madeira 🙂 Alguma coisa acontece nos pilares da casa e sinto os movimentos
Forte a vontade de dançar e também a dificuldade de abrir o espaço-tempo por dentro/fora. Pelo momento político que estamos atravessando, rotinas do dia a dia, falta de estamos mais perto cada um c.e,m, aulas da manha (ahhhhh que saudades!)… mas indo indo indo… nasceu o pequeno video. Tô muito feliz! Acho que pelas/com as pedras sai de casa e voltei prá casa prá sair e voltar e sair. Como vida.
Pela semana abriram-se pequenas outras frestas aqui em Curitiba… uma dança intergalatica (com alguns problemas de registro)… a escrita-chão-encontro na esquina… a caminhada devagar bobeira-quase-bebedeira boa pelas trilhas de sempre.
O pedras continua… com água pelas frestas… também goteira na casa…
lembrei que uma vez /hoje/ agora rapidinho… pedras d’ água!
beijos muitos
até o amanhã!
Camila / Curitiba

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